Metodologias Ágeis

Em 2020, a Google anunciou que decretaria o fim dos “cookies” no seu navegador Chrome, mas só agora ao longo dos últimos 2 meses que a empresa tem compartilhado mais detalhes sobre.

Segundo a Reuters, autoridades americanas têm a impressão de que esta prática é anticompetitiva, podendo acionar a empresa com base em leis antitruste.

Praticamente todos sites utilizam recursos tecnológicos denominados “Cookies” para monitorar atividades de navegação, com isso as páginas, por exemplo, oferecem anúncios mais direcionados aos usuários.

O anuncio do fim veio com o intuito de preservar a privacidade dos usuários, uma vez que a ferramenta não só analisa informações de navegação.

As ferramentas também podem determinar por onde o mouse passou na tela, quantidade e quais abas estão abertas simultaneamente e dependendo até mesmo a configuração do computador, com detalhes sobre o sistema e componentes internos do equipamento.

Os “cookies” são divididos em 2 categorias:

PRIMÁRIOS Arquivos que monitoram a atividade de um site.

TERCIÁRIOS Que sabem de onde o usuário veio antes de entrar no site atual e para onde vai quando sai.

Apenas os terciários serão eliminados do Chrome.

A Google e o Facebook são os dois maiores representantes da publicidade digital atualmente, mas muitas agências menores se beneficiam dos “cookies” em nome de seus clientes e parceiros.

Sendo assim, os investigadores do Departamento de Justiça americano, querem determinar o real impacto da medida na indústria de publicidade digital.

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